Fernanda SangenitoÉ indiscutível a relevância que os recursos energéticos possuem no contexto internacional, principalmente tendo em vista
a consciência das limitações quantitativas que certos bens possuem e a sua necessária racionalização. Por conseguinte,o detentor de fontes energéticas fecundas e facilmente exportáveis obterá papel crucial no cenário internacional,sendo este, influenciador comercial e político.
Como detentor das fontes de energia,a soberania encontra-se com armas políticas para praticar barganhas e negociações sob critérios favoráveis à sua ótica.Dessa maneira,legitima-se uma manipulação política de modo a desmonopolizar um recurso em troca de acordos bilaterais favoráveis e negociações inestimáveis para o fornecedor. A questão energética integra a matriz de segurança nacional e embates geopolíticos que não apenas influenciam alguns países,como inclusive,o continente e o mundo,tendo ganhado ilimitações devido a sua conjuntura cada vez mais obrigatória para que não haja a permeação à obsolescência tecnológica e produtiva perante às demais soberanias.
Dentre os fornecedores mais relevantes,encontra-se a Rússia, cuja riqueza petrolífera-primordialmente na região da Sibéria- de gás natural, ferro e cobre influencia todo o continente europeu,haja vista a possível embargação à sua exportação por critérios aleatórios. Devido a ocorrência em 2007 de um embate de preços aduaneiros entre Minsk, rota petrolífera na Bielo-Rússia e Moscou, capital russa e fornecedora, a circulação petrolífera perante a Europa fora interrompida drasticamente e, devido à intransigência entre os dois países, o continente ficara sem seu rotineiro abastecimento.
Esta é apenas um exemplo de como se pode manipular um poder a partir de embates políticos e geoestratégicos,de forma a ilimitar as capacidades de uma soberania perante todo um mercado ansioso por tecnologia e desejoso de lucros e ampliações de seu mercado produtivo e financeiro. Entretanto,embates geopolíticos apenas demonstram a supremacia de oligarquias soberanas que se apóiam em suas bases político- econômicas , cujos parâmetros oscilam na relação com questões referências de segurança nacional, sobretudo as questões energéticas.
Como detentor das fontes de energia,a soberania encontra-se com armas políticas para praticar barganhas e negociações sob critérios favoráveis à sua ótica.Dessa maneira,legitima-se uma manipulação política de modo a desmonopolizar um recurso em troca de acordos bilaterais favoráveis e negociações inestimáveis para o fornecedor. A questão energética integra a matriz de segurança nacional e embates geopolíticos que não apenas influenciam alguns países,como inclusive,o continente e o mundo,tendo ganhado ilimitações devido a sua conjuntura cada vez mais obrigatória para que não haja a permeação à obsolescência tecnológica e produtiva perante às demais soberanias.
Dentre os fornecedores mais relevantes,encontra-se a Rússia, cuja riqueza petrolífera-primordialmente na região da Sibéria- de gás natural, ferro e cobre influencia todo o continente europeu,haja vista a possível embargação à sua exportação por critérios aleatórios. Devido a ocorrência em 2007 de um embate de preços aduaneiros entre Minsk, rota petrolífera na Bielo-Rússia e Moscou, capital russa e fornecedora, a circulação petrolífera perante a Europa fora interrompida drasticamente e, devido à intransigência entre os dois países, o continente ficara sem seu rotineiro abastecimento.
Esta é apenas um exemplo de como se pode manipular um poder a partir de embates políticos e geoestratégicos,de forma a ilimitar as capacidades de uma soberania perante todo um mercado ansioso por tecnologia e desejoso de lucros e ampliações de seu mercado produtivo e financeiro. Entretanto,embates geopolíticos apenas demonstram a supremacia de oligarquias soberanas que se apóiam em suas bases político- econômicas , cujos parâmetros oscilam na relação com questões referências de segurança nacional, sobretudo as questões energéticas.
- Algumas relevâncias energéticas:
- Aumento quantitativo de exportações e portanto na economia do Estado.
- Poder de barganha oficializado
- Garantia de um controle pacífico em relações bilaterais e multilaterais ,pelo menos temporariamente.
- Influência na segurança nacional e internacional
- Questões geopolíticas
A conjuntura aponta a energia como a nova fonte monetária que expressa o poder nas relações internacionais e uma arma política de valor inestimável que permite um monopólio legítimo,tendo em vista que os recursos seriam pertencentes ao Estado e, portanto,cabe a este destinar este recurso de modo a agradar-lhe.Assim,surge uma verdadeira anarquia energética que vem a corroborar um conceito antigo freqüentemente aplicado nas relações internacionais em seu valor pejorativo: a real politik e suas aplicações realistas e coercitivas.
