Quando eu comentei que meus estudos seriam mais imediatistas,me referia à noção de estudos referentes ao contexto a qual estou inserida como cidadã sul-americana,não o conteúdo informacional a qual a mídia nos inspira a seguir.É necessário que,antes de se estudar as razões de ,por exemplo, uma União Européia,deve-se estudar o embrião desta formação,as razões intrínsecas a este processo como uma política necessária a manutenção da ordem no tocante ao continente.
Não tenho planos de me especializar em Amérca Latina,entretanto,acho necessária a compreensão de como se inicia a lógica de estruturação de um bloco antes de iniciar meus estudos como uma internacionalista.Desta forma,pretendo consolidar meus conhecimentos regionalmente para,a partir de então,ampliar meus conhecimentos.
É necessária a perda da vaidade imposta à relevância de cada território como um local determinante ao impropício do estudo.A visão hegemônica de determinadas regiões,vista como relevantes para o estudo, voluntariza a vaidade presente em parte dos aspirantes à verdadeiros estudantes de Relações Internacionais e ,ao mesmo tempo,restringe o acesso ao conhecimento visto como global.
Relações Internacionais não é sinônimo de viagens.É um símbolo de dedicação aos estudos,uma verdadeira vocação que exige empenho e abnegação de determinados valores individualistas para a conquista do verdadeiro conhecimento.Visto isso,justifico as razões para minha crítica e deixo claro a minha não-particularidade ao assunto tratado.

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