A influência da Igreja fora tanta que a necessidade de violação de seus princípios ,também princípio para se legitimar dentro do conceito de persuasão,ocorrera em diversos momentos distintos da história,como ,por exemplo,a retirada de parcela de seus bens por Bonaparte ,fruto de décadas de ostentações e privilégios ou das indulgências amorais em nome da "salvação" criticadas por Lutero,que obtivera o apoio crucial de princípes que viam na filosofia luterana uma forma de se libertar dos abusivos gastos com a Igreja e,ao mesmo,ganhar territórios desta.
O conceito de infâmia desvirtuado,as atitudes morais e opressoras contra fiéis não-instruídos,as colonizações e até mesmo a "guerra justa" tiveram influência direta ou indireta de católicos. A ordem do regime que garantiria a paz e moralidade seria assegurada através de guerras. A guerra seria necessária para purificar as ameças de pagãos e bárbaros,contrários aos ideais da Igreja e de sua postura,ameaçada pela imposição de outra política à terra.
Todo o conceito estrutural da sociedade seria baseado nas estruturas que,de alguma forma,a Igreja tentara moldar.Sua irrefutável presença na política,no âmbito social ou até mesmo econômico, se fez válida durante toda a Idade das Trevas como a luz que necessitaria ser seguida como entreposto à Salvação da alma,enquanto ,na verdade,a composição para esse termo medieval incorpora essa Santa Influenza.

arrasoou!! mandou mt bem na critica. é isso msm a Igreja usava e abusava da fé das pessoas..
ResponderExcluircontinue assim ;D
bjuuss
Amiga loucaaaaa! =D
ResponderExcluirEste comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirGostei muito do texto. A igreja católica teve realmente momentos em que perdeu o seu foco cristão. Quando pensamos em cristianismo devemos nos lembrar das posturas e do ensinamento de Jesus. Dentro dos relatos bíblicos sobre Cristo em nenhum momento podemos observar base para as práticas desumanas que a igreja teve na Idade Média.
ResponderExcluirJesus foi sem dúvida singular em todos os sentidos. O básico de seus ensinamentos era o amor, a verdade e a Paz. Ele não fundou uma igreja, não queria dominar o Estado (o que podemos perceber pela não aceitação dos Judeus que entendiam o Messias como um libertador de dominio estrangeiro), suas teorias vislumbravam a repartição e não a acumulação de bens e em tantas outras coisas que fica difícil listar.
Se levarmos em conta a realidade dos ensinamentos de Jesus a igreja pode ser considerada uma excomumgada do reino de Deus. Mas para ela não ficar triste ela pode muito bem comungar com outros ensinamentos dados pelo mundo corporativo que tem tudo bastante similaridade. O único problema e que neste mundo o deus (se é que podemos chamar assim)é outro...